Expludo o rosto na parede, talvez na última canção, onde os corpos se contradizem e as almas se reacendem, as paredes já são outras e as caras perdem-se em novos corpos, voltamos a ela muitos silêncios depois, deixei longe o que me deixaste, numa casa difícil de habitar, num sótão impossível de sobreviver, comigo não, contigo nunca, há uma falha no lugar intenso que temos, é melhor ficar assim, sem queixas de inconvenientes, nem trocas protocolares, é este o tempo que deixaste é com este que ficaste.
A tua boca é silêncio, a tua sina som e as tuas palavras ciúmes, não será o toque, não será o tempo a usar outros lábios, tempo e tempo depois, não digas nada que não se deitam comigo corações obedientes.
Aqui diz-se quando ninguém deixa. Aqui manda-se vir sem os gajos ricos deixarem. Aqui fala-se... E fala-se... Por ser isso que nos mantém vivos
Balelas (ou não) da Rua
Nem tanto ao Mar, nem tanto à Terra
sábado, 22 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Se te dá ganas de agarrar, agarra, morde, torce, tortura, delineia o espaço, come a alma, devora o corpo, cambaleia, perde-te, deita as grades ao tempo, se eu falar talvez tu negues, se eu falar talvez tu fiques, até lá, só dói se quiser, só mói se deixar,
Até aparecer o momento certo, queimemos o desejo nos errados.
Até aparecer o momento certo, queimemos o desejo nos errados.
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