Balelas (ou não) da Rua

Nem tanto ao Mar, nem tanto à Terra

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Deixa te ir, algo faz me sempre voltar a ti, nunca sabendo a muito, nunca enchendo os olhos, por muito longe, ainda te sinto na manha, que me agarras sem tocar, que ficas sem mudar, nada faz mais sentido que nos afogar,os no amanha e irmos, livres, sem cair, aqui estamos, altos, como e suposto estarmos, como so nos sabemos ser.
Não somos frágeis, não pensamos mas assim que o chão treme, que o vento passa e o mundo ameaça parar de girar, sabemos que, nada muda, tudo se transforma e que a nossa gravidade nos leva ao infinito do tempo, aqui, nada nos prende senão uma vontade de ficar, um toque segredo de quem sabe o que amar.

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