Balelas (ou não) da Rua

Nem tanto ao Mar, nem tanto à Terra

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Era...Seria...Será


Vamos à lua no Vai que não Vem.
Se da lua visse-mos um planeta novo...queria que ele tivesse uma casa só com bonecos da Disney.
Queria formar uma sociedade secreta para me embrenhar em segredos.
Se tivéssemos um planeta de novo, podia até fingir que era poeta... ninguém sabia que não o era verdadeiramente. Era-o simplesmente.
 Relembrava aos portugueses o sabor do sal do mar.Impunha a coragem e a ousadia na exploração. Mas que ficasse também um pouco de inteligência, para gerir o que nunca soubemos gerir, dinheiro.
No Mundo, mandava os terroristas para Marte e os pedófilos para o interior do sol de outra galáxia, para que quando este explodi-se fossem reduzidos a pó, embrenhando-se num buraco negro de esquecimento.
 Soltava as crianças no campo. Libertando-se da infância Euzebiana dar-nos-iam a graça de serem grandes, por inteiro, serem verdadeiramente felizes.
 Com um planeta, realizava o sonho do Homem em reconciliar-se com a natureza. Exportava o petróleo para Vénus e vivia da energia  que o esforço é capaz de reinventar.
 Se construísse agora um planeta do zero, a primeira lei seria: Ser Honesto. 

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